Os rastros do vandalismo no cemitério da cidade
Da redação
Temos acompanhado de perto há um bom tempo os ataques de ladrões de túmulos no cemitério municipal de Cajuru. Até que nos últimos meses estes episódios não estão acontecendo. Há quem defenda que o responsável pela diminuição dos roubos no Campo Santo é o sistema de monitoramento por câmera potente que capta imagens com perfeição de zoom e giram 360 graus aliada aos 45 refletores que oferecem uma boa iluminação no período noturno que é quando os ladrões atacam as sepulturas, principalmente as que possuem materiais de fácil comércio como o bronze por exemplo.
Em alguns casos, as imagens de santos subtraídas, de tamanho de uma pessoa em bronze maciço para retirar e carrega-las é necessário a união de forças envolvendo várias pessoas, devido ao peso, e várias que foram retiradas não foram recuperadas.
Mesmo com esta parada das invasões, agora cidadãos cajuruenses tem nos abordado no que se refere aos rastros de destruição deixados pelos ladroes que para retirarem as peças quebraram as estruturas de mármores e o prejuízo ficou para os familiares dos mortos.
Outra reclamação que chega constantemente ao Jornal de Cajuru, se refere aos túmulos antigos que possuem imagens consideradas obras de arte e que estão abandonadas pelas famílias, e que por sua vez, deveriam promover a zeladoria e manutenção daquelas obras na sua maioria são antigas e que de certa forma contam um pedaço da história das famílias cajuruenses.
Coincidentemente, nesta edição estamos abordando assuntos que de certa forma estão relacionados: ladrões que invadem o cemitério para roubar túmulos e os ladrões que invadem na calada da noite as igrejas, Sinais dos tempos.

