Três prisões por tráfico neste fevereiro

Da redação

De acordo com o delegado de Cajuru Gabriel Freiria Neves, o mês de fevereiro que hora se encerra, foi muito positivo para a polícia no aspecto de combate ao tráfico de entorpecentes.

No dia dois, em posse de um mandato de busca e apreensão uma operação das policias militar e civil direcionada para o bairro dom Bosco culminou com a prisão em flagrante de Paulo Henrique Viana Silva de 27 anos, também conhecido por “Menor”. Com ele foi encontrado pouco mais de 800 reais, pedras de crack, cocaína e maconha.

Diante dos fatos, o acusado por traficância recebeu voz de prisão em flagrante delito, onde após procedimentos de praxe o acusado foi indiciado e em seguida conduzido para a Cadeia Pública de Santa Rosa de Viterbo e em seguida para CDP de Serra Azul.

O advogado de defesa de Paulo Henrique, Djalma Fregnani Júnior disse ao jornal de Cajuru que “ira provar a inocência de seu cliente e já impetrou um Habeas Corpus junto ao Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo”.          

No dia 10, foi a vez do ex-vereador Wagner Donizeti Pereira, também conhecido como “Guerreiro”, que aprontou novamente pela cidade, fazendo ameaças a várias pessoas no período da manhã inclusive descumprindo medidas cautelar e portando arma de fogo, e logo mais à tarde, policiais militares foram informados que o acusado acabara de descer de uma van vinda de Ribeirão Preto. Localizado em via pública da cidade, Guerreiro foi abordado e após revista pessoal foi encontrado 200 pinus contendo cocaína pronta para ser comercializada, além de uma balança de precisão, uma faca e pouco mais de 350 reais em dinheiro.

Após ser apresentado a autoridade policial, o ex-vereador Wagner Guerreiro foi novamente preso em flagrante só que desta vez acusado de tráfico de drogas e enquadrado no artigo 33 da Lei 11.343/06. Pelo comportamento exaltado foi necessário o uso de algemas para sua própria segurança e também de todos os presentes na Unidade Policial.

Após todas medidas burocráticas Guerreiro foi encaminhado para Cadeia Pública de Santa Rosa de Viterbo e em seguida para o CDP de Serra Azul.

O advogado Airton Antônio Bicudo que atua na defesa de Guerreiro, disse ao Jornal de Cajuru que: “acompanha os desdobramentos da prisão em flagrante de Wagner Donizete Pereira, conhecido como guerreiro, a princípio não pode emitir um juízo de valor a respeito dos fatos, salientando que o mesmo nunca foi preso ou envolvido com tráfico, sendo vereador na cidade com expressiva votação. Com o curso da ação penal é que poderá vislumbrar com clareza a questão”.  

No dia 16, por volta das 17 horas uma equipe da Policia Militar composta pelos PMs Marcelo e Davi em patrulhamento de rotina foram abordados por um popular que afirmou que uma pessoa conhecida na cidade estava em um lava jato em posse de uma pacoteira de drogas pronta para serem comercializadas, e que tal individuo também já era conhecido nos meios policiais pela pratica de tráfico de entorpecentes. Iniciou-se então um patrulhamento com vista a localização de uma pessoa com as características indicadas anteriormente, até que, logo em seguida o suspeito foi localizado e abordado com seu veículo de cor marrom transitando nas proximidades do bairro Dom Bosco, trata-se de Vinicius Fontanetti da Silva, que também é conhecido por Bosquinho de 35 anos de idade.

Os policiais deram ordem de parada que foi prontamente acatada. Na busca foi encontrado em suas vestes, dentro da cueca uma embalagem plástica contendo 119 porções de crack que o acusado declarou aos PMS que se tratava de drogas para seu próprio uso. Diante dos fatos, os policiais deram voz de prisão ao acusado que após passar também pela presença do delegado Gabriel Freiria Neves, foi conduzido para a Cadeia Pública de Santa Rosa de Viterbo e em seguida ao CDP de Serra Azul.

Na defesa de seu cliente, o advogado Gustavo Henrique Bicudo disse que: “Vinicius Fontanetti que é morador da cidade de Cajuru, onde nasceu e está radicado, sem envolvimento com criminalidade organizada ou violência. O fato em questão será submetido ao judiciário que poderá esclarecer o fato em questão, nos termos da legislação especifica”.