Instalado Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania de Cajuru

Da redação

Em solenidade virtual o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, a través do Desembargador Fernando Antônio Torres Garcia instalou na tarde de ontem (05/12), as 14 horas o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania – CEJUSC, que já estará funcionando a disposição da população no Forum da Cajuru a partir de segunda-feira, 8/12.

É de conhecimento de todos que a comarca de Cajuru, que também atende Cássia dos Coqueiros e Santa Cruz da Esperança, possui grande quantidade de processos tramitando fazendo com que, por mais haja grande empenho do Juiz, promotor e os servidores sempre existe o desafio desta sobre carga a ser enfrentada.

Com a chegada do CEJUSC, além de oferecer aos cidadãos e cidadãs um atendimento com mais diálogo e humanizado através do atendimento de um servidor preparado para servir como mediador nos casos e com foco especial na família e na solução dos problemas, evitando assim, novos processos.

FALA DO MAGISTRADO     

Com objetivo de nos informar sobre a instalação e funcionamento do CEJUSC na comarca, estivemos no gabinete do juiz de Cajuru Dr. José Oliveira sobral Neto que deu o seguinte esclarecimento:

“A instalação do CEJUSC na Comarca de Cajuru representa um avanço significativo para toda a nossa comunidade. Diante desse volume, qualquer mecanismo que estimule o diálogo, previna litígios e promova soluções rápidas é fundamental para garantir uma Justiça mais eficiente e humanizada.

A Comarca engloba as cidades de Cajuru, 23.830 habitantes, Cássia dos Coqueiros, com 2.799 pessoas, e Santa Cruz da Esperança, com 2.116 moradores. Trata-se de uma região diversificada, com realidades distintas, mas que compartilha o mesmo desejo: resolver seus conflitos de forma célere, pacifica e acessível. O CEJUSC vem justamente ao encontro dessa necessidade, oferecendo um espaço institucionalizado para que cidadãos, empresas e instituições encontrem soluções consensuais sem a necessidade de prolongar disputas judiciais.

O Centro não apenas contribui para a redução do acervo processual, mas fortalece a cultura do diálogo e da cooperação. Em muitos casos, a conciliação permite que as partes encontrem um entendimento mais satisfatório do que aquele que seria alcançado por uma decisão impositiva. Além disso, a solução consensual preserva vínculos, evita desgastes emocionais e reduz custos – sociais, econômicos e processuais”.