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Por: Odete Rosa
e-mail: odeterosa9@gmail.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DICAS & TRUQUES

Admitir o fracasso

Por: Martha Medeiros

Eu estava dentro do carro em frente à escola da minha filha, aguardando a aula dela terminar. A rua é bastante congestionada no final da manhã. Foi então que uma mulher chegou e começou a manobrar para estacionar o seu carro numa vaga ainda livre. Reparei que seu carro era grande para o tamanho da vaga, mas, vá saber, talvez ela fosse craque em baliza.
Tentou entrar de ré, não conseguiu. Tentou de novo, e de novo não conseguiu. E de novo. E de novo. Por pouco não raspou a lataria do carro da frente, e deu umas batidinhas no de trás que eu vi. Não fazia calor, mas ela suava, passava a mão na testa, ou seja, estava entregando a alma para tentar acomodar sua caminhonete numa vaga que, visivelmente, não servia. Ou, se servisse, haveria de deixá-la entalada e com muita dificuldade de sair dali depois. Pensei: como é difícil admitir um fracasso e partir para outra.
Para quem está de fora, é mais fácil perceber quando uma insistência vai dar em nada – e já não estou falando apenas em estacionar carros em vagas minúsculas, mas em situações variadas em que o “de novo, de novo, de novo” só consegue fazer com que a pessoa perca tempo. Tudo conspira contra, mas a criatura teima na perseguição do seu intento, pois não é do seu feitio fracassar.
Ora, seria do feitio de quem?
Todas as nossas iniciativas pressupõem um resultado favorável. Ninguém entra de antemão numa fria: acreditamos que nossas atitudes serão compreendidas, que nosso trabalho trará bom resultado, que nossos esforços serão valorizados. Só que às vezes não são. E nem é por maldade alheia, simplesmente a gente dimensionou mal o tamanho do desafio. Achamos que daríamos conta, e não demos. Tentamos, e não rolou. “De novo!”, ordenamos a nós mesmos – e, ok, até vale insistir um pouquinho.
Só que nada. Outra vez, e nada. Até quando perseverar? No fundo, intuímos rapidinho que algo não vai dar certo, mas é incômodo reconhecer um fracasso, ainda mais hoje em dia, em que o sucesso anda sendo superfaturado por todo mundo. Só eu vou me dar mal? Nada disso. De novo!
De-sis-ta. É a melhor coisa que se pode fazer quando não se consegue encaixar um sonho em um lugar determinado. Se nada de positivo vem desse empenho todo, reconheça: você fez uma escolha errada. Aprender alemão talvez não seja para sua cachola. Entrar naquela saia vai ser impossível. Seu namorado não vai deixar de ser mulherengo, está no genoma dele. Você irá partir para a oitava tentativa de fertilização?
Adote. E em vez de alemão, tente aprender espanhol. Troque a saia apertada por um vestido soltinho. Invista em alguém que enxergue a vida do seu mesmo modo, que tenha afinidades com seu jeito de ser. Admitir um fracasso não é o fim do mundo. É apenas a oportunidade que você se dá de estacionar seu carro numa vaga mais fácil e que está logo ali em frente, disponível.


Frase do dia:
“Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.”
Martha Medeiros


Por: Eugênio Elias
e-mail: eugenio.p.elias@gmail.com

 

 

MINHA FAMÍLIA

Bom dia minha gente. Hoje começo minha coluna falando da família. Muitos sabem, tenho uma família muito grande e unida graças a Deus. Mas hoje vou falar de uma outra família, e como dizia minha saudosa mãe, o bom vizinho é o parente mais próximo. Verdade. Moro no mesmo lugar com os mesmos vizinhos há 58 anos, ou seja, desde que nasci. Que coisa maravilhosa. Vou falar primeiro dos vizinhos mais antigos, muito antes do meu nascimento. Ao lado da minha casa tenho os vizinhos Wilson Felix e sua irmã Vera com os filhos Marco Antônio e Vera Cecília, que casou-se com o Grilão e trouxeram a linda e talentosa Lara. Esta Família representa o saudoso casal Seu Lázaro Felix e dona Sinhana. Em frente de minha casa mora a dona Dita Marques, com suas irmãs. O natal está chegando, e logo atravesso a rua todas as noites para apreciar o lindo presépio montado por elas e matar a saudade. Faço isso desde que me conheço por gente. Todos os dias quando saio de casa ouço dona Dita falando “ Vai com Deus meu querido”. Sinto-me protegido e emocionado todas as manhãs. Temos as vizinhas Armênia e Agda, professoras que trabalharam por muitos anos em São Paulo e hoje voltaram à velha casa representando seus saudosos pais, Seu Sena e dona Amelinha. O Pé de Abil naquela casa era a alegria da molecada. Ao lado mora o querido casal seu Zezito, grande mestre na marcenaria e dona Diva, nossa querida inspetora no Galdino, pais do Cidão Dentista. Este casal é o mais antigo da vizinhança. Mais a frente o saudoso casal Seu Alcir Benvenuto e dona Sebastiana, hoje bem representados pela quarta geração da família, as crianças Maria e Joaquim, a alegria da rua. Outros vizinhos vieram depois, mas já estão lá há décadas. Dona Elza Pimenta, esposa do saudoso seu Mário com seus filhos e netos. Ao lado a velha casa do saudoso casal seu João Marciano e dona Guiomar, hoje representados pela neta Claudia e Guilherme juntamente com os filhos. Falo também do senhor Bebé Tincani e dona Elza da casa da esquina, que formaram uma grande e linda família. Bom, o Márcio é meu irmão, mas também vizinho, e hoje representa meus saudosos pais: Moisés Elias e dona Doca. Na casa ao lado temos os vizinhos Pedrinho Benvenuto, que foi casado com minha saudosa prima Marisa, e hoje está casado com a Sandra. Ali há um portão ligando as duas casas e motivos de muitas festas. Morando há pouco tempo na casa em frente, mas muito bem entrosado na vizinhança está o casal Lena e Zé Veinho, com filhos e netos. Quero dizer a todos, que é um prazer viver naquele pedacinho. São décadas de boa convivência, amizade sincera e verdadeira. Nunca ali houve qualquer briga, qualquer intriga ou coisa parecida. Fato difícil de se encontrar... Um abraço queridos vizinhos. “Abençoa Senhor as famílias amém. Abençoa Senhor as nossas também...”

VAMOS AJUDAR...

Pessoal, está chegando a hora de ajudar quem ajuda a tantos. Estou falando do nosso Hospital São Vicente de Paula, uma referência em nossa região e porque não dizer referência no Brasil. O próximo Leilão já está marcado para o próximo dia 7 de Dezembro, às 1200h no Parque de Exposições Nenê Tincani, popularmente chamado de Expogal. As pessoas responsáveis por esse evento, e são muitos, já estão distribuindo os convites e pedindo as prendas para os compradores e doadores. Graças a Deus as pessoas colaboram de todas as maneiras, pois sem essa ajuda com certeza o nosso Hospital já estaria fechado como a grande maioria das Santas Casas do Brasil. ATENÇÃO Cajuru e região. Qualquer ajuda será bem-vinda . Muito obrigado.

BOM FINAL DE SEMANA A TODOS E FIQUEM COM DEUS.