Home
Artigos
Giro Noturno
Contato
Edições Anteriores
 

Dia olímpico em Cajuru

Na Olimpíada de Sydney 2000, Honorato emocionou o Brasil ao sair da reserva para vencer quatro favoritos e chegar à final diante do holandês Mark Huizinga.

Cajuru viveu a magia olímpica, na tarde da última quinta-feira (24/8). Diante de alguns expectadores, uma centena de atletas infantis, autoridades e da imprensa; a medalha olímpica circulou de mão em mão diante do olhar atento de seu orgulhoso dono, um personagem com uma aura diferente. Aura de medalhista olímpico.
Foi neste clima que a cidade recebeu o judoca medalha de prata na Olimpíada de Sydney (2000) Carlos Honorato. O judô é o esporte individual que mais deu medalhas olímpicas para o Brasil. São 19, sendo três ouros, três pratas e treze bronzes. Honorato, prata na categoria peso médio, foi o quarto judoca brasileiro, em toda a história, a fazer uma final olímpica (antes dele: Douglas Vieira, prata em Los Angeles 1984- Aurélio Miguel, ouro em Seul 1988- Rogério Sampaio, ouro em Barcelona 1992).
A presença deste grande campeão deixou encantada mais de uma centena de crianças participantes do pólo local do projeto Educa Judô e do judô de Santa Cruz da Esperança que contam com o professor e atleta cajuruense, Luciano Antônio da Silva como um de seus idealizadores. Os pequenos atletas puderam apertar a mão do judoca histórico, ouvir sua história e seus conselhos e ainda receberam uma oportunidade rara: segurar nas mãos a preciosa medalha olímpica. O evento é uma promoção do Sesc de Ribeirão Preto com o apoio do professor Luciano Antônio da Silva e da Secretaria de Esportes Cult. e Turismo da Prefeitura de Cajuru. O evento foi feito em associação com o projeto Educa Judô que conta com o patrocínio do Supermercado União e da Indústria Rei.
O Atleta falou aos alunos sobre seu começo no esporte aos oito anos de idade e de sua trajetória desde as primeiras medalhas aos 13 anos até a derrota nas quartas de final de sua segunda olimpíada, em Atenas, 2004. Ressaltou a importância da disciplina e do apoio da família e define sua conquista com clareza: “Esta medalha olímpica é a soma de todos os treinamentos que fiz na vida, até aquele dia”.
A comitiva que acompanhou o atleta nesta visita contou com figuras importantes do judô brasileiro como sansei 5º Dan (graduação conferida aos representantes hierarquicamente mais elevados da modalidade) Marcelo Hirono, que também é coordenador de esportes do SESC Ribeirão, e dos professores e atletas Terêncio Neto, Cleber do Carmo e Felipe Zanetti. Juntos realizaram uma grande aula com todos os participantes, com a demonstração dos golpes do atleta olímpico, que aos 42 anos ainda mostra uma forma técnica incrível. Ao término das atividades, Honorato conversou com a reportagem do Jornal de Cajuru. Acompanhe:

Um atleta cheio de lições
Carlos Eduardo Honorato, nasceu em 09 de novembro de 1974, em São Paulo, judoca Olímpico, participou de duas olimpíadas: Sydney 2000 onde conquistou a medalha de prata e Atenas 2004.
Honorato conta também em seu currículo esportivo duas medalhas de bronze conquistadas em 2003. Uma no Campeonato Mundial do Japão e outra no Campeonato Pan-Americano de Santo Domingo.
Filho do mestre kodansha Antonio Honorato, Carlos Honorato pertence a uma escola de judô considerada berço de judocas olímpicos, a Associação Vila Sônia de Judô, do mestre Massao Shinohara, nono dan, a mesma escola de Aurélio Miguel. Atualmente trabalha em Santos (SP) em um Centro de Excelência do esporte e em outras instituições de ensino.
Ele contou à reportagem que veio a Cajuru com o intuito de trazer o mesmo espírito olímpico para a cidade. “É importante que o incentivo da medalha chegue a todos os lugares possíveis. E com ela a oportunidade das crianças conhecerem um atleta olímpico pessoalmente. Esse é um dos maiores incentivos para a prática de atividades esportivas”, garantiu o campeão.
O judoca ressaltou ainda que a prática esportiva ajuda as crianças a aprenderem como alcançar seus objetivos na vida. Acredita que o Judô continua sendo uma ótima oportunidade de medalhas olímpicas para o Brasil e elogiou o projeto cajuruense Educa Judô. “É importante divulgar o que o Judô faz na vida futura dessas crianças. Um destes aqui pode virar um atleta olímpico, mas todos os demais serão homens e mulheres que vão ter disciplina e concentração e poderão fazer faculdade e entrar no mercado de emprego com mais sucesso; sabendo o que é respeito mútuo”, esclarece.
Carlos ainda salienta o principal ensinamento da modalidade: “A primeira coisa que a gente aprende no judô é cair e levantar. Isso é muito importante pra vida”.

Um atleta cheio de lições
Carlos Eduardo Honorato, nasceu em 09 de novembro de 1974, em São Paulo, judoca Olímpico, participou de duas olimpíadas: Sydney 2000 onde conquistou a medalha de prata e Atenas 2004.
Honorato conta também em seu currículo esportivo duas medalhas de bronze conquistadas em 2003. Uma no Campeonato Mundial do Japão e outra no Campeonato Pan-Americano de Santo Domingo.
Filho do mestre kodansha Antonio Honorato, Carlos Honorato pertence a uma escola de judô considerada berço de judocas olímpicos, a Associação Vila Sônia de Judô, do mestre Massao Shinohara, nono dan, a mesma escola de Aurélio Miguel. Atualmente trabalha em Santos (SP) em um Centro de Excelência do esporte e em outras instituições de ensino.
Ele contou à reportagem que veio a Cajuru com o intuito de trazer o mesmo espírito olímpico para a cidade. “É importante que o incentivo da medalha chegue a todos os lugares possíveis. E com ela a oportunidade das crianças conhecerem um atleta olímpico pessoalmente. Esse é um dos maiores incentivos para a prática de atividades esportivas”, garantiu o campeão.
O judoca ressaltou ainda que a prática esportiva ajuda as crianças a aprenderem como alcançar seus objetivos na vida. Acredita que o Judô continua sendo uma ótima oportunidade de medalhas olímpicas para o Brasil e elogiou o projeto cajuruense Educa Judô. “É importante divulgar o que o Judô faz na vida futura dessas crianças. Um destes aqui pode virar um atleta olímpico, mas todos os demais serão homens e mulheres que vão ter disciplina e concentração e poderão fazer faculdade e entrar no mercado de emprego com mais sucesso; sabendo o que é respeito mútuo”, esclarece.
Carlos ainda salienta o principal ensinamento da modalidade: “A primeira coisa que a gente aprende no judô é cair e levantar. Isso é muito importante pra vida”.